MAG Seguros liga esporte, longevidade e proteção

Ao anunciar o apoio à dupla Giulia Gávio e Carolina Sallaberry, a MAG Seguros procurou situar a iniciativa dentro de uma linha de atuação mais ampla, ligada à sua leitura sobre futuro, longevidade e relação com a sociedade. No dia 1º de abril, a companhia realizou uma coletiva de imprensa na matriz histórica, onde Leonardo Lourenço, vice-presidente do Grupo MAG, afirmou que disciplina, energia, dedicação e compromisso com propósito são valores que a companhia reconhece no esporte e busca aproximar de sua própria atuação. “Vocês representam um valor que a gente tem muito forte na companhia, que é a disciplina, a energia, a dedicação, a vontade de servir ao propósito”, disse.
Escala e longevidade traduzidas em números da operação
Ao apresentar a empresa, Leonardo lembrou que o grupo completou 191 anos em janeiro e descreveu a atuação da MAG como um conjunto de frentes voltadas à proteção financeira em diferentes momentos da vida. A exposição também foi apoiada por números que ajudam a dimensionar o porte atual da companhia e a capacidade de ampliar investimentos. “A gente hoje acabou de publicar o balanço. Temos 35% de crescimento do nosso lucro, com patrimônio líquido acima de 1.2 bilhões”. Em outro trecho, reforçou a dimensão da operação ao dizer que a companhia: “tem quase um trilhão de reais em capital segurado, mais de 8 milhões de vidas seguradas, mais de 2 mil funcionários e presença física em 63 unidades, com intenção de chegar a 100 no final do ano”. Em seguida, acrescentou: ”além de 7.200 corretores e 800 milhões de reais ao longo de 2025 em benefícios pagos”.
Crescimento com preservação das relações com clientes, parceiros e equipes
Para ele, esses números dialogam com uma fase em que a empresa passa a ter mais condições de ampliar sua presença e experimentar novos movimentos. “Essa empresa, que durante muito tempo cresceu com muito suor e pouco dinheiro, agora começa a poder escalar em passos que antes não eram acessíveis”, afirmou. Segundo ele, esse crescimento exige novos caminhos, sem abandonar o traço humano que a companhia diz querer preservar em suas relações com clientes, parceiros e funcionários.
Esporte é tratado como extensão de propósito
Na sequência, Renata Rosa, gerente de comunicação e marca do Grupo MAG, associou o novo patrocínio ao posicionamento institucional que a companhia vem construindo em torno de futuro e longevidade. Segundo ela, o esporte ocupa um espaço coerente com esse discurso porque reúne atributos que dialogam com a cultura da empresa e com a forma como a marca quer se apresentar.
Renata afirmou que essa aproximação não começou agora e citou outras frentes já vinculadas ao grupo, com apoio a atletas olímpicos, paralímpicos e a projetos de base e inclusão. Entre os nomes mencionados por ela estão Rafaela Silva, Raíssa Machado, Rebeca Andrade, Zico, Marta e Bernardinho. A executiva também citou iniciativas como a Taça das Favelas e o Walking Football. Ao explicar a nova parceria, disse que a ideia é criar experiências, ampliar o diálogo com comunidades e aproximar o esporte de públicos que costumam ter menos acesso a esse tipo de estrutura.
Como o patrocínio viabiliza a rotina das atletas
Ao responder sobre o impacto prático da entrada da MAG, Giulia Gávio e Carolina Sallaberry foram diretas ao explicar que o apoio interfere menos no discurso e mais na rotina. Giulia já havia observado que o circuito mundial exige deslocamentos frequentes e custos altos para quem precisa construir espaço até chegar ao nível olímpico. Na fala dela, o patrocínio permite acelerar um processo que, sem esse suporte, avançaria em ritmo mais lento por causa das limitações financeiras.
Esse ponto foi detalhado por Carolina Sallaberry ao explicar o funcionamento particular do vôlei de praia. “Esse patrocínio é muito importante pra gente, principalmente porque o vôlei de praia é um esporte muito solitário. Não é como os outros esportes como basquete, futebol e vôlei de quadra, por exemplo, que tem um clube por trás. No vôlei de praia você está sozinha com a sua dupla, tendo que arcar com tudo, com todas as despesas. Então, com um patrocínio como o da MAG, já temos menos coisas para nos preocupar e podemos focar só no esporte”, afirmou. Giulia Gávio completou a resposta no mesmo sentido: “Complementando o que a Carol falou, nosso foco agora vai ser no vôlei. Quanto mais energia a gente puder gastar dentro de quadra, melhor. Estamos muito felizes e honradas com essa oportunidade que a MAG está nos proporcionando e também muito animadas para iniciar esse novo ciclo”.
Giovane destaca estrutura, treino e relação com o alto rendimento
Na avaliação de Giovane Gávio, o apoio recebido pela dupla tem peso direto sobre a possibilidade de organizar uma base de trabalho sólida. Ao longo da coletiva, ele já havia destacado que Giulia e Carolina já acumulam resultados, presença em ranking nacional e vivência em etapas de alto nível. Ao comentar a entrada da MAG, reforçou o papel objetivo que esse tipo de parceria exerce na trajetória de quem busca alto rendimento. “Recursos, financiamentos e parcerias têm uma importância gigantesca para que a gente faça os treinamentos que precisamos fazer e jogue os campeonatos. Ter a oportunidade de ter a MAG Seguros ao lado do Instituto Giovane Gávio, proporcionando condições de trabalho, de treino e de performance para a Giulia e para a Carol é fantástico”, disse.
Ele também chamou atenção para a semelhança entre o esporte de alto rendimento e o cotidiano de profissionais submetidos a pressão contínua por resultado. “O esporte de alto rendimento tem muitas analogias com o mundo corporativo de alto rendimento e essa simbiose, essa ajuda mútua é muito importante. Acho que nós podemos contribuir e inspirar a performance dos corretores de seguros, que também têm um dia a dia muito desafiador, que recebem muitos ‘nãos’ na sua jornada, ao mostrar como a gente lida no esporte de alto rendimento com as derrotas, com a perda de pontos, com essa necessidade constante de estar sempre performando muito bem. Então, acho que esse é mais um dos lados muito positivos dessa parceria”, afirmou.
Estrutura ao redor também entra na conta
Ao detalhar a preparação da dupla, as atletas também citaram o suporte já existente em torno do projeto, com preparador físico, fisioterapeuta, técnico, auxiliar técnico e apoio do Fluminense em passagens, hospedagem e uso de estrutura de clube e academia.
Giovane relacionou esse tipo de sustentação ao que considera indispensável no início de um ciclo olímpico, sobretudo quando a dupla ainda precisa conquistar espaço no circuito mundial. Na leitura dele, estrutura, ambiente de treino, comissão qualificada e estabilidade fora da quadra têm peso concreto sobre o que aparece depois em performance. A fala converge com o que as jogadoras relataram: no vôlei de praia, competir bem depende de muito mais do que o momento do jogo.
Espaço para discutir saúde, rotina e pressão
Em outro momento da conversa, a coletiva avançou para temas que atravessam a rotina esportiva e se conectam ao discurso institucional defendido pela MAG. Ao responder sobre a realidade do esporte no país, Giovane afirmou que o Brasil ainda convive com prioridades sociais urgentes, como saúde, educação, moradia e saneamento, o que ajuda a explicar por que o esporte nem sempre ocupa lugar central na agenda pública. Ainda assim, ele insistiu em seu valor como ferramenta de transformação e defendeu a convergência entre poder público, iniciativa privada e projetos com atuação direta nos territórios.
As atletas, por sua vez, falaram sobre o lado mental de uma temporada longa. Carolina citou psicólogo, treino, confiança no processo e comunicação constante entre as duas como parte do trabalho para conter ansiedade e lidar com desgaste. Giulia acrescentou que o atleta vive o esporte de forma contínua, mas precisa preservar outros espaços de reconexão para sustentar o equilíbrio. A natureza, a leitura e momentos de pausa apareceram na fala dela como formas de preservar a saúde mental em meio à exigência permanente do alto rendimento.
Proteção financeira aparece como conexão entre discurso e prática
Na parte final da coletiva, executivos da companhia explicaram que a parceria começa com apoio financeiro às atletas e tende a se desdobrar em outras frentes. Entre elas, citaram proteção ligada à atividade profissional, como o seguro de vida, em linha com a atuação da companhia no campo da proteção financeira. A empresa também informou que a parceria com o Instituto Giovane Gávio é realizada por meio de lei de incentivo federal, inserindo o projeto em uma política mais ampla de fomento ao esporte.
A MAG apresentou o apoio como parte de uma atuação voltada à sustentação de trajetória, continuidade e desenvolvimento, para além da exposição de marca. Ao tratar do vôlei de praia, Giulia Gávio, Carolina Sallaberry e Giovane Gávio detalharam como esse tipo de suporte incide sobre a rotina: organização do calendário, estrutura de treinos, composição da equipe técnica, estabilidade emocional e condições de competir. A aproximação entre esporte e proteção financeira, portanto, apareceu nas falas como algo concreto, ancorado em demandas reais da modalidade e na forma como o apoio se traduz no dia a dia de quem tem essa estrutura para sustentar o desempenho.


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