A disparidade entre o crescimento mundial favorecido pela inteligência artificial e as dificuldades econômicas brasileiras desafia o setor de seguros a reinventar seus modelos e estratégias.
Após ampliar sua capacidade de execução em 2025, a empresa passa a operar projetos no Brasil, Europa e América Latina, combinando integração técnica, squads dedicadas e modelos de distribuição alinhados às jornadas de compra.
Como a transformação digital e a hiperconectividade estão reposicionando as demandas por soluções seguradoras diante dos novos riscos sociais e tecnológicos.
Os resultados do Enamed reacendem o debate sobre a qualidade da formação médica no Brasil e seus impactos diretos na sinistralidade, na sustentabilidade financeira e na confiança dos planos de saúde.
A centralização sistematizada de regras de aceitação e cálculo vem ganhando espaço no dia a dia das seguradoras, reduzindo a evasão de receitas apresentando resposta prática a problemas de consistência, velocidade e controle.