Dados gerados por fiscalização com inteligência artificial ajudam a transformar infrações por distração em informação relevante para precificação, prevenção e leitura da sinistralidade.
A promessa do embedded insurance esbarra na prática: sem coordenação entre IA, dados e processos, o modelo perde fluidez, eficiência e se distancia da realidade do mercado de seguros.
A inteligência artificial no setor de seguros está passando da fase de experimentação para as operações cotidianas, com a promessa de transformação em larga escala em 2026.
Como a leitura rápida de placas por dispositivos inteligentes pode reduzir burocracias, agilizar procedimentos e fornecer dados para seguros veiculares.
Em participação no Insurtalks Cast, o cofundador e CTO da Suthub analisa como agentes de inteligência artificial passam a atuar em fluxos de venda, pós-venda e análise de risco no setor de seguros.
A inteligência artificial já influencia contratos, decisões e práticas jurídicas. Especialista analisa impactos éticos, regulatórios e operacionais dessa transformação no setor de seguros e além.