Muitas seguradoras agora estão considerando tecnologias que envolverão e fornecerão aos clientes opções para atender aos seus parâmetros pessoais de risco e financeiros, como seguro baseado em uso, seguro sob demanda e produtos habilitados para telemática.
O recente apagão cibernético global e os prejuízos bilionários decorrentes dele ressalta a importância do seguro cibernético e de responsabilidade civil para proteger empresas contra danos financeiros e de reputação.
A inclusão de diferentes perfis contribui para a criação de produtos mais abrangentes e adaptados às necessidades de uma clientela diversificada, promovendo avanços tecnológicos e culturais no setor.
O diretor de Serviço às Associadas da CNseg, André Vasco, informou que a entidade “monitora a situação de perto para garantir a estabilidade e segurança dos serviços”.
Nos últimos anos, o trabalho remoto deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada em diversas partes do mundo, demandando que o setor de seguros inovasse para oferecer coberturas específicas para o home office.
Os líderes de seguros do futuro devem se preparar para a adoção de blockchain e big data, os crescentes desafios da segurança cibernética e muito mais.
Depois de polêmicas sobre o Instagram e Facebook estarem usando fotos e textos de usuários para treinar IA, a Meta suspendeu recursos de IA generativa no Brasil. Esse fato levanta questões sobre a importância da segurança cibernética no setor de seguros e o uso de tecnologia para criar novas formas de assegurar os riscos.