Para ocupar essas posições, é necessário ter CNH e veículo próprio, além de disponibilidade para viagens frequentes. O modelo de trabalho é home-office com visitas frequentes às regiões de atuação.
Uma das lições fornecidas pelas redes sociais para os players de seguros disseminarem a cultura do seguro no Brasil e aumentarem a penetração dos produtos é: furar a “bolha” social com o uso da tecnologia.
Para termos sucesso na utilização da IA, devemos lembrar-nos de uma coisa: uma máquina não pode substituir a necessidade do toque humano na nossa indústria.
As seguradoras estão lidando com um ambiente de negócios impulsionado por mudanças tecnológicas, transformações regulatórias e expectativas crescentes dos consumidores. É preciso acompanhar as mudanças de forma mais perene.
Em bate-papo no Mesa Redonda do Seguro, Liliana Caldeira, presidente da Sou Segura, fala sobre a necessidade do uso das redes sociais de uma forma ponderada e livre de polarizações, da autoridade feminina sendo conquistada pelo exemplo, da equidade de gênero em áreas com forte presença masculina, entre outros temas.